A edição atual de Backstage apresenta Kristen Stewart na capa falando sobre o seus filmes “A Saga Crepúsculo – Amanhecer Parte 2″ e “On The Road”. No entanto, ela conversa com a Backstage sobre muito mais do que isso. Aqui estão algumas partes da conversa, aonde ela fala sobre seus outro filmes, incluindo o indie “The Cake Eaters”, dirigido por Mary Stuart Masterson, no qual Stewart representou uma menina com uma doença neurológica incurável.
Sobre ser mal representada na imprensa:
“Houve algumas coisas recentemente onde eu fiquei tipo… que porra é essa? Sempre acaba sendo algo que eu falei que foi modificado, então… Eu não quero nem dizer ‘de um jeito tipo mestre’ porque não precisa de uma pessoa inteligente para fazer isso, só precisa de uma pessoa muito conivente, um capitalista filho da puta e manipulador. O ponto é que algumas pessoas moram no campo de batalha e outras não. Eu não vivo desse jeito, então eu nunca antecipo essas coisas. Mas você encontra pessoas na sua vida que só se importam com dividir e conquistar, e isso é louco”.
Sobre deixar Crepúsculo para trás:
“Eu estou tão feliz que a história está pronta e nós não temos mais isso pendurado em nós. Há tantos momentos que são amados e tipicamente, você tem cinco meses para pensar nas coisas. Nós tivemos cinco anos. É incrível. Quantas vezes você vai ter a chance de focar naquela pessoa por tanto tempo? Mas porque tudo foi feito tão bem, eu acho que estamos ansiosos para seguir em frente. Não que nós queremos que isso acabe, mas parece certo. Não pareceu certo em nenhum ponto antes disso”.
Sobre a pergunta que ela mais ouve:
“A pergunta mais comum ou o comentário que eu recebo é, ‘você deve estar cansada disso. As coisas ficaram estagnadas? Você está entediada?’. Bem, não. Porque nós não tínhamos feito a história inteira. Não é como se nós tivéssemos feito a mesma coisa de novo e de novo. Também me fazem a pergunta da ‘responsabilidade’ bastante, sobre ser um modelo para as pessoas. Eu também acho louco quando as pessoas me bombardeiam com perguntas tipo, ‘nós só temos 20 perguntas bem rápidas, responda a essas…’, e elas são bem pesadas, bem profundas, tipo, ‘qual é o seu maior medo’. O que? Como eu respondo?”.
Sobre a audição com o diretor Sean Pann para “Into The Wild”:
“Depois que eu li a história, nós nos encontramos outra vez e uma semana depois eu toquei uma musica para ele. Eu fiz isso de uma forma tão mal feita, foi horrível. Eu aprendi “Blackbird” na guitarra, mas foi difícil cantar ao mesmo tempo. Foi bem constrangedor, mas ele me deu o papel do mesmo jeito. Ele disse que me queria no filme mas ainda não sabia como. Aí ele me ligou e disse. ‘ei, você quer fazer isso?’. Eu estava tipo, ‘Jesus Cristo, você tá brincando comigo?’”.
Sobre o papel mais difícil:
“‘The Cake Eaters’ foi a coisa mais intimidadora que eu fiz. Eu conheci algumas famílias que lutavam com essa doença, Ataxia de Friedreich. Você não pode generalizar isso, na verdade. É tão diferente. Até o momento em que isso deveria acontecer, pareceu tão ridículo imitar uma coisa como essa. Mary foi incrível por ter fé em mim e esperar até as gravações começarem”.
Sobre fazer filmes indies:
“Tem uma parte de fazer filmes indies que é muito atraente que é tipo, metade dessas pessoas vão achar que somos loucos pra caralho, mas metades dessas pessoas serão nossos amigos. Você pode achar pessoas que são parecidas com você em coisas que são um pouco mais obscuras. Nem todos vão gostar disso. Em‘Into The Wild’, as pessoas ou vão amar o filme ou odiá-lo pra caralho. Ele realmente deixou algumas pessoas putas. Mas eu o amo, e ele também, e ele também. Essa é uma parte atraente em fazer esses filmes indies. É divertido porque somos nós e ele”.



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